Dos meus dias

Viver consiste em construir recordações futuras. (Ernesto Sábato)


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dias não

Sinto-me totalmente à deriva.

O tempo é implacável e a produtividade praticamente nula.

Acredito muito pouco no interesse do trabalho que tenho para fazer (isto para não dizer no trabalho propriamente dito).

Detesto quando os dias são curtos e escurece a meio da tarde.

Apetece-me mandar tudo às ortigas, mudar de rumo e começar de novo.

E na próxima encarnação quero ser burrinha, burrinha, para não pensar tanto.


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marinheiro de primeira viagem

Finalmente fui para o terreno recolher dados para o Doutoramento. Ontem experimentei o equipamento e certifiquei-me de que tudo estava operacional. Hoje saí de casa cedo e cheguei ao destino com alguma antecedência. Mas deixei o carro longe e acabei por chegar transpirada e com alguns minutos de atraso a um lugar que parecia abandonado. Andei às voltas até que lá encontrei uma campainha. A pessoa com quem ia falar começou por me dizer que tinha pouco tempo, mas lá começámos a entrevista. Equipamento na mesa, e a “agulhinha” a mexer com o som. Mas quando a mais de meio da conversa resolvo confirmar a gravação… Tcharaaaam!! Nada. Absolutamente nada. Nem um minuto, sequer. Foi um momento… ma-ra-vi-lho-so


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setembro, o regresso e os recomeços

O regresso foi há muito e Setembro já vai longo. Mas este Setembro não é como os outros. Hoje, primeiro dia do novo ano lectivo, dei por terminado o anterior e com ele um capítulo da minha vida. A mudança há muito que estava anunciada, mas experienciá-la é outra coisa. O que se segue está algures entre o malabarismo e o ilusionismo. Fazer uns truques de facas, andar na corda bamba e tentar convencer o público de que percebemos alguma coisa da arte. Isso, e esperar que tudo corra pelo melhor. A entrada no plateau será lá para Fevereiro. Até lá o doutoramento é que mais ordena.