Dos meus dias

Viver consiste em construir recordações futuras. (Ernesto Sábato)


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as minhas cruzes

Um dia em casa sem grandes diferenças de temperatura, as costas bem apoiadas e doses moderadas de computador fizeram maravilhas.  Hoje estou a [tentar] repetir o tratamento. Os efeitos secundários vão sentir-se na conta bancária, quando a EDP me apresentar o custo da estadia indoor

P.S. tenho a lareira a precisar de reparação há quase um ano. Era para ser hoje, mas dei prioridade ao aspirador. A avaliar pelo que se prevê para o fim-de-semana, não sei se foi a decisão mais acertada.

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fazer de conta*

Há meses que ando a fazer de conta que não se passa nada. Umas vezes a lombar, outras a cervical ou o braço (ou tudo ao mesmo tempo). Desde ontem que estou “entrevadinha de todo”, mas só consegui consulta para 6.ª feira. Até lá vou tentar aguentar-me. É que não me apetece nada uma daquelas injecções maravilha.

(imagem daqui)

*ou a velhice é uma porra


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a cultura e a (des)honestidade

Está na calha um projecto de Decreto-Lei (o 118/XII) que pretende taxar os dispositivos digitais de armazenamento em função da sua capacidade e do peso. (Do peso?!? Pois…) Diz-se que assim se irá proteger a propriedade intelectual e combater a pirataria. Na prática, se a coisa avançar, significa que cada um de nós terá de pagar pelo direito de armazenar documentos que são do domínio público, protegidos por licenças Creative Commons ou mesmo os que são da nossa autoria. A taxa, essa será entregue à Sociedade Portuguesa de Autores, instituição que deveria proteger os direitos dos autores, mas que não se inibe de utilizar abusivamente o nome dos seus associados.

Se acham, como eu, que este projecto é uma idiotice sem tamanho (e mais um assalto às nossas carteiras), assinem a petição pública e divulguem-na tanto quanto puderem.


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mais uns cromos para a caderneta

A menos de 48 horas da entrega (e apresentação) de um trabalho para uma cadeira, uma aluna envia-me um mail a pedir que lhe indique os “temas” que tem de tratar. Note-se que os colegas, que começaram em Novembro, tiveram de fazer pesquisas e apresentar propostas relativamente ao que iriam fazer. A mocinha em causa, que não vem às aulas porque trabalha, ainda na semana passada se cruzou comigo e nada disse.

Uma outra criatura, que não é meu aluno, mas se fosse também não mudaria nada, insiste em perguntar se a classificação final de 9 valores que obteve numa dada cadeira significa, ou não, aprovação na mesma. É que, na sua “humilde” opinião, 9 é positivo.

E pronto… creio que não há mais nada que se possa acrescentar.


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done

Enviei a minha primeira proposta de comunicação para um congresso internacional. Agora é esperar que os senhores digam se as tretas que escrevo têm, ou não, algum interesse.

Entretanto, e até ao fim do mês, há mais um trabalho para “inventar” e enviar. A par com a correcção de exames, preparação de novas cadeiras e um doutoramento que anda a passo de caracol, mas que, ainda assim, não pode parar. Adivinham-se dias longos.