Dos meus dias

Viver consiste em construir recordações futuras. (Ernesto Sábato)


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divagando

A Maria Inês escreveu: o que mais me perturba é o ver a vida passar rapidamente como se de comboios de alta velocidade se tratasse. E nós permanecemos nos apeadeiros, indecisos. A vida passa e nós perdemos tempo sem nos consciencializarmos do tempo que perdemos. Só nos apercebemos quando já foi, quando já não é mais.

Concordo em absoluto com o que ela diz. Mas creio que bem pior é, de vez em quando, um comboio parar, colocarmos o pé no primeiro degrau para entrar e quando é dado o sinal de partida recuarmos porque não sabemos muito bem onde ele nos leva.


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pela minha saúde

Há quase 2 anos fui submetida a uma cirurgia e ao que parece ficaram por cobrar umas taxas moderadoras relativas os exames pré-operatórios (que não me foram pedidas na altura, diga-se).  Passado este tempo todo lá me disseram que tinha uma dúvida para com o hospital (público, por sinal), que eu, como boa cidadã e contribuinte que sou, paguei, antes que subisse. (Passado uns tempos sobre a primeira notificação mandaram uma segunda com um valor ainda mais alto. Paguei a primeira, claro está.) Agora, depois de tudo regularizado, recebi, juntamente com o comprovativo da liquidação, os resultados das análises que fiz então.

É claro que agora estou muito mais descansada por saber que em Maio de 2009 a hemoglobina, os triglicerídeos, o colesterol, etc. estavam dentro dos valores normais!


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é preciso (não) ter sorte…

Uma pessoa vive longe da família e chega a hora de vir de férias. Entra em contagem decrescente, começa a fazer as malas e sonha com os mimos dos que lhe são mais queridos, acompanhados de uns belos petiscos daqueles coisas que só há cá na terra. Entretanto, nas paragens por onde anda, as coisas começam a complicar-se e o regresso é antecipado um dia face ao inicialmente previsto. No meio da confusão lá chega ao aeroporto e na hora de embarcar o que é que acontece? Encerram o espaço aéreo por tempo indeterminado!

O R. está em Tripoli à espera de o deixarem vir para casa e a minha “mana” A. está aqui a roer-se toda. E se bem a conheço a esta hora já deve ter perdido uma meia dúzia de kg com os nervos.