Dos meus dias

Viver consiste em construir recordações futuras. (Ernesto Sábato)


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assombração

Deve ser castigo da Marie Laveau por não a ter ido visitar à sua última morada. Só isso explica a voz que ouvi esta tarde através do telefone e a conversa que se seguiu (quer dizer, foi mais um monólogo, porque eu nada tinha para dizer).

Ao fim de 6 anos e meio, qual é a parte do “mantém-te a milhas” que a criatura ainda não entendeu?

Irra!!!


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na viagem de regresso

Não fui contemplada com upgrade para Executiva nem sequer com umas milhas que me dessem para ir dar um giro um dia destes. Ganhei, isso sim, uma valente nódoa negra na perna que me cheira a derrame.

Estou lixada com um f dos grandes. A última coisa que me apetece agora (e nos próximos 2 anos) é ouvir falar em cirurgias.


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dias no Texas – The end

Mesmo sendo a segunda vez que vim a Austin, e tendo estado aqui 20 dias, muita coisa ficou por ver e fazer. O regresso a casa é forçado e com pouca vontade, principalmente porque o D. fica por mais 2 semanas. E se não fosse uma tarefa que ficou a meio antes das férias é quase certo que teria mudado o voo para passar aqui o fim-de-semana. Mais do que as muitas fotos, levo comigo as memórias da hospitalidade texana e dos dias preenchidos com muita cumplicidade e carinho (e um ou outro arrufo, que também faz parte). Não sei se terei oportunidade de voltar, mas também não é isso me preocupa. Afinal, ainda há muito mundo para ver. Quanto a férias… por este ano é tudo. Para o ano há mais.


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dias no Texas – on the road

Nas estradas americanas* não abundam placas que nos indiquem a direcção de um lugar e por vezes aparecem muito em cima do acontecimento. Assim, tudo gira em torno do número das estradas, que podem, em alguns sítios ter mais de uma designação. E nas cidades não é melhor. Em Austin, por exemplo, a única coisa que aparece sinalizada em vários pontos da cidade é a direcção do aeroporto. Até mesmo o Capitólio, sede do governo Texano, ou a Universidade, cujo campus é um dos maiores dos EUA, quase não têm placas a indicar onde ficam. Outra coisa a registar é que cada vez que mudamos de estado a indicação de milhas e o número das saídas nas auto-estradas é reiniciado e os limites de velocidade, e até mesmo algumas regras de condução, podem também variar. Mas acho que nada é tão estranho como o tamanho dos carros, carrinhas, camiões e outras “criaturas” circulantes.

*ou pelo menos no pouco que conheço, que embora sendo alguns milhares de km não são nada para o tamanho do país.